Não vendemos horas nem licença de ferramenta. Entramos onde o trabalho está travado: dado espalhado, planilha que ninguém confia, time gastando o dia em coisa que a máquina faria. E devolvemos aquilo funcionando, em produção, com quem opera usando de verdade.
Números de trabalho entregue e em produção. Os nomes dos clientes a gente conta na conversa, não no site.
Não entregamos diagnóstico, apresentação nem plano. O que combinamos vira sistema no ar, com quem opera treinado e o defeito consertado quando aparece.
Bases públicas, sites, redes e o que sua empresa já tem, cruzados até virar uma lista com nome, contato e o motivo de ligar. Cada informação carrega de onde veio, então ninguém precisa acreditar: dá para conferir.
Do jeito que quem opera precisa, não do jeito que fica bonito num slide. Rápido no celular, com o número que decide na primeira dobra, e sempre dizendo o que é medido e o que é estimativa.
Responde, entende áudio, consulta o catálogo, monta pedido. E passa para uma pessoa quando a conversa sai do que ela domina. O importante não é o que ela responde: é o que ela se recusa a inventar.
Integração entre sistemas que não conversam, relatório que se monta sozinho, rotina que roda de madrugada. O trabalho chato sai do time e ninguém sente falta.
Projeto de software costuma dar errado do mesmo jeito: seis meses de escopo, entrega no fim, e aí se descobre que não era isso. A gente inverte a ordem.
O pedido quase nunca é o problema. Antes de escrever qualquer linha, a gente senta com quem sofre com aquilo todo dia e descobre o que realmente trava.
Pequena, no ar, usada de verdade. É o único jeito honesto de saber se o caminho está certo, porque opinião sobre protótipo não vale nada.
Todo número que a gente apresenta vem com de onde saiu e o que ele não cobre. Quando erramos, você fica sabendo por nós, e antes de virar prejuízo.
Sistema que só funciona com quem construiu por perto não está pronto. A entrega termina quando a operação anda sem a gente.
Se for algo que a gente faz bem, dizemos como e em quanto tempo. Se não for, dizemos isso também, e quando dá indicamos quem faz.
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